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Risco de contágio

27 de Março | 13:05

Autor: Michel Ferreira Fonte: Ascom Foto: Divulgação

“Os municípios não têm condições de fiscalizar o funcionamento de empresas ”, alerta secretário de saúde

Com um caso suspeito de coronavírus e outros 108 moradores em isolamento social, o município de Nova Ubiratã enfrenta dificuldades para fiscalizar os estabelecimentos comerciais reabertos, nesta quinta-feira (26), por meio de um decreto estadual.

 

A afirmação é do secretário municipal de Saúde, Silvio André Stolfo, que alertou a sociedade sobre os riscos de um colapso no serviço de saúde em virtude da disseminação do coronavírus.

 

“Nossa região é composta por 15 municípios e nenhum deles possuí estrutura adequada para fiscalizar todos os estabelecimentos comerciais. Faltam profissionais, veículos e até mesmo equipamentos de proteção individual”, visivelmente preocupado descreve.

 

Segundo o gestor, o isolamento voluntário ainda é a forma mais eficaz de prevenção e combate da doença, assim como a responsabilidade daqueles empresários beneficiados pelo ‘relaxamento’ das restrições.

 

“Nesse momento é primordial que cada cidadão cuide de si. Evite locais com grande fluxo e/ou aglomerações de pessoas, quando retornar para casa faça a correta higienização do corpo e das roupas e só procure as unidades de saúde em casos de urgência ou emergência”, assinala.

 

Em relação ao comércio local, apenas uma pequena parte adotou as medidas sanitárias estabelecidas como a higienização de objetos de uso coletivo (carrinhos, cestas, máquinas de cartão, entre outros), implantação de faixas para garantir o distinciamento mínimo de 1,5 metros, uso de equipamentos de proteção individual e disponibilização de álcool 70% para uso dos colaboradores e clientes .

 

Conforme o decreto do Governo de Mato Grosso, está permitido o funcionamento de redes de supermercados (pequeno, médio e grande porte, atacadistas e pequeno varejo alimentício, padarias, açougues, peixarias, restaurantes, cafés e congêneres, lojas de conivência, bares e distribuidoras de bebidas e gás de cozinha, desde que obedeçam às restrições de retirada de produtos no local ou na modalidade delivery, não sendo permitido o consumo de produtos no estabelecimento, de maneira alguma.