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O FUTURO CHEGOU

07 de Agosto | 21:44

Autor: Michel Ferreira Fonte: Ascom Foto: Divulgação

Ministério anuncia ordem de serviços para construção de oito pontes em Nova Ubiratã

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil emitiu, nesta segunda-feira (07), a ordem de serviço para a construção de oito pontes da rodovia federal BR-242, no trecho que liga os municípios de Nova Ubiratã e Querência.

 

O anúncio foi feito durante o Seminário “Futuro da Logística de em Mato Grosso” realizado em parceria entre o Senado Federal com a Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes da Assembleia Legislativa do Estado (ALMT).

 

O evento reuniu representantes do setor agrícola e de transporte terrestres além de lideranças políticas e membros da “Comissão Permanente Pró BR-242, dentre eles o presidente da entidade, Odir José Nicolodi (Caçula), e do Sindicato dos Produtores Rurais de Nova Ubiratã, Albino Castilho Ruiz, o prefeito e o secretário de meio Ambiente do município, respectivamente, Valdenir José dos Santos e Ari Antônio Basso.

 

“Hoje nós findamos mais uma importante etapa do processo de conclusão da BR-242. Um trabalho que teve início na década de 90 pelo ex-prefeito José Bauer e que hoje com a união de 11 municípios,  incluindo as classes empresarial e produtora, ganhou uma força gigantesca capaz de mobilizar o Estado de Mato Grosso e o Distrito Federal”, destaca o prefeito se referindo a audiência pública realizada no último dia 28 em Nova Ubiratã.

 

“Saímos daqui com a confirmação da construção imediata das oito pontes, sendo que cinco, incluindo a do Distrito Parque Água Limpa, ainda esse ano e as demais no primeiro semestre de 2018. Daqui seguimos para Brasília onde participaremos de duas audiências com o Presidente da República Michel Temer e os representantes dos órgãos executores e fiscalizadores”, complementa o presidente da ‘comissão permanente’, Odir José Nicolodi.

 

Durante o evento ainda foram lançadas as obras de duplicação da BR-163, no trecho entre Cuiabá e a Serra de São Vicente, e debatidos a instalação da ferrovia em Mato Grosso e a federalização de algumas estradas que abrangem as cidades de Juína, Castanheira, Colniza, Bom Jesus do Araguaia e Matupá.

 

De acordo com o Senador Wellington Fagundes, que presidiu a seminário, as obras ficaram sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), sendo que a duplicação da BR-163 faz parte do processo de concessão da rodovia, realizado em 2014, na terceira etapa do Programa de Investimento em Logística, da União, que ainda prevê o lançamento da Licitação dos Estudos de Componentes Indígenas da BR-242.

 

“O trabalho para viabilizar essas duas obras foi intenso. Com muito esforço foi possível desentravar uma série de procedimentos, ao mesmo tempo em que garantimos recursos para as obras. Mesmo com toda a crise fiscal que o país atravessa Mato Grosso receberá investimentos para duas rodovias fundamentais”, afirmou o senador.

 

Para Fagundes, um Estado de dimensões continentais e expressiva produção agropecuária, precisa estar permanentemente discutindo alternativas, perspectivas, cenários para planejar melhor o desenvolvimento logístico.

 

“Por Mato Grosso ser no centro do Brasil, as distâncias para os portos, para a exportação, para nós sempre são o grande problema. Ou seja: a logística de transporte para viabilizar o desenvolvimento do estado é aquilo que nós temos trabalhado há tanto tempo e, por isso, queremos discutir alternativas para promover o desenvolvimento do nosso estado” – salientou.

 

Conforme a ‘comissão permanente’, a conclusão da BR-242 possibilitará o escoamento da safra de grãos através dos portos de Miritituba (PA) e Itaqui (MA) reduzindo custos e trazendo desenvolvimento para as cidades de abrangência.

 

Também participam do seminário especialistas do Ministério dos Transportes, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Secretária de Programa de Parceria de Investimentos, Agência Nacional de Transportes Terrestres, Agência Nacional de Transportes Aquaviários, Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), Movimento Pró–Logística; e Frente Parlamentar de Logística de Transporte e Armazenagem (Frenlog), Associação Mato-grossense de Municípios (AMM), Federação das Indústrias de Mato Grosso, Federação do Comércio do Estado e União das Câmaras Municipais de Mato Grosso. Estiveram também representantes do Governo do Estado.