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Processo de indenização

05 de Fevereiro | 19:51

Autor: Michel Ferreira Fonte: Ascom Foto: Divulgação

Prefeitura de Nova Ubiratã amplia diálogo com famílias que vivem em área de domínio público

A Prefeitura de Nova Ubiratã, por meio dos departamentos jurídico e de engenharia, ampliou o diálogo sobre o processo de desocupação de uma área de domínio público situada à margem esquerda da rodovia MT-242.

 

Considerado de risco, o local abriga quatro residências construídas irregularmente no traçado original da Perimetral Colonizador Iassutaro Matsubara (Perimetral Sul).

 

Conforme o Poder Executivo, os verdadeiros proprietários dos terrenos chegaram a ser indenizados no passado, porém o local foi novamente invadido, desta vez por seus familiares.

 

Para sanar o problema a atual administração propôs a construção e doação, a titulo de indenização, de quatro novas residências as famílias atingidas.

 

O diálogo precisou ser ampliado depois que parte dos beneficiados questionou a qualidade do sistema construtivo implantado na obra que é executada pela empresa LFM Engenharia e Construtora Eirelli, vencedora do processo licitatório para construção dos imóveis de 45,04 metros quadrados cada.

 

Por sua vez a Administração Municipal rechaçou qualquer anormalidade praticada pela empresa contratada.

 

“A obra é supervisionada por dois engenheiros civis da empresa e uma arquiteta do departamento de engenharia da prefeitura. Além do mais esse sistema construtivo [sapata corrida e alvenaria de amarração] é o mesmo utilizado na construção de 107 casas do bairro Jardim Vitória além de outras 9 unidades habitacionais (pulverizadas) feitas em nossa gestão”, esclareceu o prefeito do município Valdenir José dos Santos.

 

Segundo o gestor, o imbróglio foi causado meramente por questões políticas e não deve atrapalhar o andamento das obras.

 

“A prefeitura firmou um compromisso e irá cumpri-lo. Caso os moradores não aceitem as casas nós iremos repassa-las para famílias de baixa renda. Não vou admitir interferência política, precisamos sanar esse problema que se arrasta por mais de uma década e não fazer politicagem”, disse o prefeito ao fazer menção a um vídeo que circula na internet e que mostra um grupo de vereadores e até servidores da legislativo questionando a qualidade do serviço em execução.

 

Aprovado pela Câmara de Vereadores - através do projeto de lei nº 731/2016 - o processo de desocupação custará aos cofres públicos R$ 281 mil reais.

 

O valor é proveniente da construção dos imóveis e da aquisição de dois terrenos de 600 metros quadrados (cada, situados nas esquinas das ruas Antônio Feijó com Minas Gerais, ambos em locais privilegiados.