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Programa PrĂł-LimĂŁo

08 de Fevereiro | 09:56

Autor: Michel Ferreira Fonte: Ascom Foto: Divulgação

Comitiva de Nova Ubiratã visita plantação de limão em busca de alternativa para pequenos produtores rurais

Um negócio lucrativo e com mercado garantido; assim os produtores rurais do município de Peixoto de Azevedo tem descrevido o cultivo do limão taiti (citrus aurantifolia).

 

A plantação iniciada em 2012, por intermédio de especialistas do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), a principio como um complemento para a agricultura familiar, a citricultura está se transformando em uma das principais fontes de renda do município de pouco mais de 33 mil habitantes.

 

Para conhecer um pouco mais sobre o projeto, que conta com apoio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), uma comitiva de Nova Ubiratã formada pela vice-prefeita, Eliani de Freitas Roman Ross, o secretário municipal de Meio Ambiente, Ari Antônio Basso, o engenheiro Florestal, Murilo Gonçalves e o vereador Nilton Parizzoto, visitaram, nesta segunda-feira (05), produtores rurais que tem se dedicado ao cultivo do fruto.

 

Acompanhados pelo secretário de Meio Ambiente e Agricultura de Matupá e pioneiro da iniciativa, Valdecir Noronha, o grupo pode conferir de perto a produção das plantas geneticamente modificadas.

 

“Essas plantas foram desenvolvidas para atender as características do nosso tipo de solo. Por isso tem uma alta produtividade”, explica o gestor matupaense.

 

Proprietário de um lote de terra no Assentamento Eta, sendo parte da área ocupada por uma plantação de limão taiti, Valdecir não esconde o entusiasmo ao falar do negócio.

 

“O mercado é muito promissor, na verdade falta limão. Os grandes atacadistas vem buscar o produto aqui na ‘roça’", revela.

 

A empolgação do produtor é justificada quando comparamos o custo de produção e o valor final do produto que é comercializado entre R$ 1,50 a R$ 2 reais e posteriormente revendido em redes de supermercados da própria região. 

 

O aumento da produção também tem atraído novos investidores já que empresas do ramo de exportação sinaliazaram interesse em se instalar na região. 

 

“Segundo os produtores da região cada hectare comporta em média 450 pés de limão, sendo que cada planta produz entre 155 a 160 quilos da fruta por ano. Isso sem excesso de insumos agrícolas, ou seja, com custo baixo”, avalia o secretário de Meio Ambiente de Nova Ubiratã, Ari Antônio Basso.

 

Outra vantagem, no caso dos pequenos produtores rurais, são os incentivos oferecidos pelo Seaf e pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

 

“O Seaf, através do Programa Pró-Limão, tem intermediado a compra das mudas por um valor até 60% menor do que o praticado no mercado, além de oferecer, juntamente com a Empaer, toda assistência técnica necessária desde o plantio até a colheita”, pontua.

 

“Estamos muito satisfeitos com o que vimos e ouvimos. Nossa meta agora é pleitear a ida do projeto para Nova Ubiratã e com isso beneficiar milhares de famílias que vivem nos assentamentos e demais comunidades rurais”, assinala a vice-prefeita Eliani.

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