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Reajuste salarial

08 de Maio | 19:57

Autor: Michel Ferreira Fonte: Ascom Foto: Divulgação

Prefeitura de Nova Ubiratã concede RGA de 4% e garante um dos maiores reajustes do Estado

Á partir deste mês, a folha salarial de 339 servidores públicos concursados e efetivados de Nova Ubiratã será paga com acréscimo de 4% a título de Revisão Geral Anual (RGA).

 

O anúncio foi feito pelo prefeito do município, Valdenir José dos Santos, que desde o início do ano ampliou a negociação com a classe.

 

O reajuste está entre os maiores concedidos em Mato Grosso e representará um impacto, aos cofres públicos, de R$ 213 mil ao ano.

 

“A proposta inicial da classe era de 6% o que foi descartada depois de fazermos um estudo econômico do município. Estamos lutando por nossos direitos, mas precisamos ser sensatos em relação às dificuldades enfrentadas pela Administração Municipal”, avaliou o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais (Sinsep) Ailton Tadeu.

 

Ainda de acordo com o representante sindical, a negociação conduzida pela entidade, com apoio dos vereadores Elaine Cristina Teixeira e Adilson Luiz da Silva, foi satisfatória e representa um dos maiores reajustes do Estado.

 

“Nesse período estivemos acompanhando as negociações de outros sindicatos e posso afirmar com toda a certeza que fizemos um ótimo acordo”, afirma Tadeu que citou como exemplos as cidades de Sorriso, Claudia, Apiacás, Brasnorte, Juara, Água Boa, Itanhangá e Santa Rita do Trivelato onde a revisão geral variaram entre 1,05% e 3%.

 

Para o secretário municipal de Finanças, Edivan Batista Beserra, a porcentagem acordada é reflexo de uma negociação sensata e pautada na valorização da classe.

 

“Nossa administração segue um rigoroso planejamento econômico conforme determina a lei de responsabilidade fiscal. Esse ano nossa projeção de receita é de R$ 49,5 milhões. Lembrando que nosso limite prudencial com pagamento de pessoal não pode ultrapassar 51% desse valor”, esclarece Beserra.

 

Por sua vez, o prefeito do município destacou algumas ações colocadas em prática e reforçou o comprometimento da atual gestão com o funcionalismo público.

 

“Quando assumimos a gestão encontramos uma situação caótica. Os locais de trabalhos eram insalubres, havia uma defasagem salarial de quase uma década. Diante dessa situação convidamos a Câmara de Vereadores e o próprio sindicato para discutirmos ações emergenciais”, relembra o gestor.

 

“Na época as soluções encontradas foram; a criação do plano de cargo, carreira e salários; redistribuição do quadro de servidores; reenquadramento salarial; investimento em capacitação profissional e melhoria dos locais de atendimento ao público. Nesses cinco anos muita coisa mudou isso graças ao esforço coletivo e o respeito mútuo. Não tratamos a concessão do RGA como um favor, mas sim como uma obrigação (...) acredito que essas medidas contribuíram para motivar e resgatar a dignidade da classe”, conclui.